Os políticos continuam os mesmos, mas não muito tempo atrás, os debates eram mais engraçados e as acusações e ofensas rolavam soltas. Os trechos do vídeo abaixo são impagáveis.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
terça-feira, 14 de setembro de 2010
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
sábado, 1 de maio de 2010
Livros
Sou apaixonada pelo mundos dos livros e, mesmo sendo formada em jornalismo, sempre tive uma queda pela revisão de textos. Um professor do ensino médio me alertou que essa seria a minha praia, meu ex-chefe também não cansava de repetir. Depois de mais de um ano vivendo de trabalhos freelancer, estou trabalhando em uma editora. Tenho experiência com internet, assessoria de imprensa e clipping, mas nunca havia trabalhado (efetivamente) naquilo que julgo ser uma das minhas maiores vocações. Fiz ao longo do ano passado trabalhos esporádicos na área, mas trabalhar com materiais de diferentes autores e com prazos apertadíssimos está sendo o desafio.
Ontem saindo do trabalho, por pura ironia e coincidência, encontrei duas mulheres mexendo no lixo e tirando dele uma pilha de livros. Era nítido perceber que eram pessoas muito simples, mas fiquei impressionada com a frase que ouvi de uma delas: "Um dia desses eu vi na televisão que o brasileiro não gosta de ler. Livro é uma coisa tão cara, acho um absurdo alguém jogar tudo isso fora". Achei interessante ouvir tão sábias palavras de alguém que talvez nunca tenha lido um livro até o final.
Fica a dica.
quarta-feira, 31 de março de 2010
Dourado para presidente
Ele se mostrou indignado pelo fato do Brasil se mobilizar e, inclusive gastar dinheiro com ligações, para dar um prêmio milionário a um homofóbico, machista, violento e que ainda tem tatuado a imagem da suástica no braço.
Não posso afirmar que o participante tenha realmente essas características, mas as polêmicas relacionadas ao seu comportamento sempre se referem a tais predicados.
Não quero defender o programa e, muito menos, o Marcelo Dourado, pois sua vitória não faz diferença nenhuma na minha vida. Só achei piegas e politicamente correto demais os comentários do jornalista. Ele chegou a comparar o fênomeno de votação da noite anterior, com as eleições do final do ano. Ele disse que, se as pessoas têm a capacidade de votar para premiar um homem com tantos desvios de comportamento, imagina o que não farão nas urnas ao escolherem nossos representantes na política.
Ah, me poupe! Ele misturou entretenimento com questões relevantes e acabou fazendo uma salada desnecessária. Acho a crítica de mídia extremamente importante, mas discursinhos moralistas com analogias pífias não me convencem.
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